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21 May 2021

Army of the Dead: Invasão em Las Vegas

3 min de leitura

O diretor Zack Snyder estreou na direção de longas metragens, com Madrugada dos Mortos (Dawn of the Dead, 2004), remake de Despertar dos Mortos (Dawn of the Dead, 1978) de George A. Romero, mestre do cinema de terror que praticamente criou a concepção do zumbi moderno.

Foi essa grande estreia que proporcionou a Snyder fazer projetos maiores como 300 e Watchmen: O Filme, portanto, finalmente após conseguir lançar a sua Liga da Justiça, o maior projeto de sua carreira, é interessante ver o diretor voltar ao tema que fez seu nome em Hollywood.

Em Army of the Dead: Invasão em Las Vegas, conhecemos Scott Ward (Dave Bautista) um ex-combatente das forças armadas que recebe uma proposta tentadora, porém perigosa: formar uma equipe e Invadir a cidade de Las Vegas, que está infestada de zumbis, para pegar 200 milhões de dólares do cofre de um cassino antes que o governo bombardeie a cidade para conter de vez a praga.

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Bautista consegue segurar bem o papel principal, mandando muito bem nas cenas de ação como era esperado, mas também nos momentos mais dramáticos, mesmo os diálogos não o ajudando muito. Quando olhamos para o resto do grupo, é fácil perceber logo de início que a maioria está ali só para morrer no decorrer da ação, seja pela falta de carisma ou de desenvolvimento. Claro que existem alguns personagens interessantes como A Coiote (Nora Arnezeder), da qual eu adoraria saber mais, mas infelizmente mesmo com suas 2h30, quase não há espaço para o desenvolvimento da relação de Scott com sua filha Kate (Ella Purnell), quem dirá para os coadjuvantes.

As maquiagens dos zumbis e os efeitos especiais são muito bons, salvo um ou outro sangue falso e uma cena com o helicóptero no final, ainda mais tendo em vista o orçamento de menos de 100 milhões de dólares. Snyder filma bem a ação e sabe criar aquele momentos onde você pode pausar o frame e tirar uma foto. Até o seu famoso slow motion é usado com mais moderação, de modo a realmente enriquecer o momento, e não banalizar.

Outro ponto forte são as escolhas musicais, com um repertório cheio de Elvis Presley, mas não só isso, existem uma ou outra escolha bem interessantes. Infelizmente o roteiro idealizado por Snyder e escrito por Shay Hatten e Joby Harold, nem sempre também faz boas escolhas. Existem algumas decisões muito questionáveis, para não dizer burras.

Army of the Dead usa de forma interessantes seus zumbis, dando a eles uma personalidade bem peculiar e no fim das contas consegue entreter, mesmo com uma história simples e desnecessariamente longa.

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