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	<title>Críticas &#8211; UNIVERSO REVERSO</title>
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	<title>Críticas &#8211; UNIVERSO REVERSO</title>
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		<title>100 Noites de Desejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Lunas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 02:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[100 Noites de Desejo]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Corrin]]></category>
		<category><![CDATA[Julia Jackman]]></category>
		<category><![CDATA[Maika Monroe]]></category>
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					<description><![CDATA[100 Noites de Desejo (100 Nights of Hero) é apenas o segundo longa metragem de Julia Jackman, muito embora ela tenha vasta experiência em curtas. Baseado na graphic novel de Isabel Greenberg, a diretora e roteirista faz um conto de fadas moderno, usando esse mundo imaginado para tecer comentários sobre o papel das mulheres em [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>100 Noites de Desejo</strong> (<em>100 Nights of Hero</em>) é apenas o segundo longa metragem de <strong>Julia Jackman</strong>, muito embora ela tenha vasta experiência em curtas. Baseado na <em>graphic novel</em> de <strong>Isabel Greenberg</strong>, a diretora e roteirista faz um conto de fadas moderno, usando esse mundo imaginado para tecer comentários sobre o papel das mulheres em nossa sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na trama, quando Manfred (<strong>Nicholas Galitzine</strong>), um hóspede encantador chega a um castelo isolado, a delicada dinâmica entre um marido negligente (<strong>Amir El-Masry</strong>), sua inocente noiva Cherry (<strong><a href="https://universoreverso.com.br/longlegs-vinculo-mortal/" target="_blank" data-type="link" data-id="https://universoreverso.com.br/longlegs-vinculo-mortal/" rel="noreferrer noopener">Maika Monroe</a></strong>) e sua dedicada criada Hero (<strong>Emma Corrin</strong>) vira um caos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="554" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/06/100-noites-1-1024x554.jpg" alt="" class="wp-image-40436" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/06/100-noites-1-1024x554.jpg 1024w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/06/100-noites-1-300x162.jpg 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/06/100-noites-1-768x415.jpg 768w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/06/100-noites-1-1536x830.jpg 1536w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/06/100-noites-1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Uma das primeiras coisas que chama atenção no filme é a direção de arte, com pouco cenários a disposição, devido a um baixo orçamento, a a compensação com o cuidado com os detalhes aos objetos de cena, e também aos figurinos, que tem classe sem ser extravagantes, mesmo se tratando de um mundo fantasioso gerido por uma crença absurda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De uma forma descontraída e leve Jackman consegue construir sua narrativa abordando temas como feminismo, papel de gênero,  religião e a importância das histórias. É impossível não fazer uma associação com Sherazade d&#8217;As Mil e Uma Noites, mas no fim o contexto da artimanha da contadora de histórias acaba sendo diferente. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/06/100-noites-2-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-40437" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/06/100-noites-2-1024x682.jpg 1024w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/06/100-noites-2-300x200.jpg 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/06/100-noites-2-768x512.jpg 768w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/06/100-noites-2-1536x1024.jpg 1536w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/06/100-noites-2.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">É curioso pensar que o filme poderia ter mergulhado de cabeça em vários aspectos, como a comédia, o drama, ou a fantasia, mas ele acaba ficando num meio termo entre tudo isso, talvez não explorando todo o potencial da trama e deixando um gostinho de decepção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trio protagonista parece muito a vontade nos papéis, todas as interações entre si são muito boas, sempre com a dose certa de incômodo e um leve desconforto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de simples, 100 Noites de Desejo é muito bem executado, e deixa uma mensagem forte ao final, que consegue fugir do padrão e mesmo assim ser palatável para as grandes audiências.</p>
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		<title>O Mandaloriano e Grogu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Lunas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 22:23:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[O Mandaloriano e Grogu]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Pascal]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de ser um enorme sucesso no streaming, a primeira série live-action de Star Wars, O Mandaloriano chega aos cinemas com uma nova aventura ao lado de seu fiel escudeiro Grogu. A trama do filme acompanha o caçador de recompensas Din Djarin (Pedro Pascal) e seu aprendiz, Grogu, trabalhando em missões para a Nova República. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Depois de ser um enorme sucesso no streaming, a primeira série live-action de <strong>Star Wars</strong>, <strong>O Mandaloriano </strong>chega aos cinemas com uma nova aventura ao lado de seu fiel escudeiro Grogu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A trama do filme acompanha o caçador de recompensas Din Djarin (<strong>Pedro Pascal</strong>) e seu aprendiz, Grogu, trabalhando em missões para a Nova República. A aventura se passa após a queda do Império, levando a dupla a rastrear senhores da guerra imperiais e seu caminho acaba se cruzando com os detidos Hutts.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por melhor que a série seja, e por mais carismáticos que sejam os protagonistas, o filme precisa se sustentar por conta própria, e fica nítido que o projeto não foi pensado para uma experiência cinematográfica, a começar pela sua estrutura, que parece simplesmente uns 3 episódios da série colados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termo de roteiro, também não há nada que justifique essa história ser contada em um filme, pelo simples fato de não agregar nada ao que a série vinha construindo, nem apresentar qualquer coisa muito interessante pro futuro. Não há nenhuma novidade, é apenas um amontoado da série com uma escala levemente maior. Parece que o investimento maior num filme serviu apenas para colocar mais lutinhas de tiro e alguns monstros a mais de CGI, e nenhuma delas é particularmente memorável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até mesmo os personagens secundários e participações especiais são um tanto ensossas. Pra quem é fá de <strong>Star Wars Rebels</strong>, como eu, que diferença faz ter Zeb Orrelios em cena pilotando a nave com Djarin, a relevância dele é quase nula, poderia ser substituído por qualquer outro personagem que não faria diferença. O mesmo vale para <strong>Sigourney Weaver</strong> como uma comandante que só aparece pra designar as missões do Mandaroliano. Pelo menos Hotta, o Hutt alvo de uma das missões de Din, tem algum desenvolvimento, mas ele ter a voz do premiado <strong>Jeremy Allen White</strong> faz pouca diferença, já que ela estão tão modulada e distorcida que quase nem se reconhece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo as cenas de ação do filme acabam ficando cansativas em determinado ponto, pois não muita inventividade. Desde o começo é mostrado que ele é incrível e casca grossa, e todo local que ele precisa invadir ele simplesmente entra e sai atirando, não existe nada mais elaborado, nenhum grande empecilho, no máximo o Grogu precisa entrar por uma janela e abrir uma porta por dentro, emulando até um video-game.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dito tudo isso, o filme não é necessariamente ruim, apenas insípido, e um grande desperdício do formato que o cinema oferece para contar uma grande história. Todas as vezes que o Grogu aparece em cena fazendo as bobeirinhas dele eu até me divertia, mas isso é muito pouco pra sustentar ou justificar uma produção de Star Wars lançada no cinema.</p>
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		<title>Apex: O Jogo do Predador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriano Novaes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[APEX]]></category>
		<category><![CDATA[Apex: O Jogo do Predador]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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					<description><![CDATA[Charlize Theron volta ao gênero de ação em Apex: O Jogo do Predador, thriller que mistura sobrevivência, luto e perseguição em meio à natureza selvagem da Austrália. O longa aposta em tensão constante, cenários exuberantes e no peso dramático de uma protagonista emocionalmente destruída, mas tropeça ao não explorar com profundidade os conflitos humanos que [&#8230;]]]></description>
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<iframe loading="lazy" title="O Jogo do Predador | Trailer oficial | Netflix" width="1280" height="720" src="https://www.youtube.com/embed/MX5j-vQjvzk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Charlize Theron</em> volta ao gênero de ação em <strong>Apex: O Jogo do Predador</strong>, thriller que mistura sobrevivência, luto e perseguição em meio à natureza selvagem da Austrália. O longa aposta em tensão constante, cenários exuberantes e no peso dramático de uma protagonista emocionalmente destruída, mas tropeça ao não explorar com profundidade os conflitos humanos que propõe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na trama, acompanhamos <strong>Sasha (Charlize Theron)</strong>, uma alpinista em evolução que ainda busca entender seus próprios limites. Logo no início, o filme apresenta um acidente trágico envolvendo seu parceiro namorado ou marido, algo que o roteiro nunca deixa totalmente claro, um experiente montanhista que funcionava como guia e contraponto para sua impulsividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cinco meses após a perda, Sasha viaja para a Austrália com o objetivo simbólico de devolver pertences dele à natureza. É nesse momento que a verdadeira trama começa, quando ela cruza o caminho de <strong>Ben (Taron Egerton)</strong>, um homem aparentemente prestativo, mas que aos poucos revela intenções bem mais perigosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora Charlize Theron mantenha a segurança habitual em cena, sua interpretação segue a linha que o público já conhece: uma personagem mais fria emocionalmente, contida, calculista e racional. Funciona para a proposta de Sasha, mas não chega a surpreender.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem realmente chama atenção é <strong>Taron Egerton</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/nfyHhHmHuY5lCWAuZ11mob6EnOW-1024x576.webp" alt="" class="wp-image-40267" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/nfyHhHmHuY5lCWAuZ11mob6EnOW-1024x576.webp 1024w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/nfyHhHmHuY5lCWAuZ11mob6EnOW-300x169.webp 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/nfyHhHmHuY5lCWAuZ11mob6EnOW-768x432.webp 768w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/nfyHhHmHuY5lCWAuZ11mob6EnOW-1536x864.webp 1536w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/nfyHhHmHuY5lCWAuZ11mob6EnOW-2048x1152.webp 2048w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/nfyHhHmHuY5lCWAuZ11mob6EnOW-1280x720.webp 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O ator entrega um comportamento quase animalesco, guiado por instinto primitivo e impulsos violentos, algo bem diferente de muitos papéis mais carismáticos ou sofisticados que costuma interpretar. Existe uma energia desconfortável e imprevisível em sua atuação que eleva diversas cenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que impede um impacto ainda maior é o roteiro, que não aprofunda tanto quanto deveria as motivações e complexidades do personagem. Ainda assim, Egerton consegue se destacar mesmo com esse limite.<br><br>Visualmente, <strong>Apex</strong> acerta bastante. A fotografia valoriza paisagens abertas, cachoeiras, montanhas e o isolamento da natureza australiana. O longa transmite sensação real de vulnerabilidade, fazendo do ambiente quase um personagem.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="500" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/APEX_20250204_00852_R6-scaled-1.webp" alt="" class="wp-image-40269" style="aspect-ratio:1.6000187505859558;width:840px;height:auto" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/APEX_20250204_00852_R6-scaled-1.webp 800w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/APEX_20250204_00852_R6-scaled-1-300x188.webp 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/APEX_20250204_00852_R6-scaled-1-768x480.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, faltaram detalhes para enriquecer essa imersão. Sons da mata, presença mais marcante de animais e elementos naturais adicionais poderiam tornar a floresta ainda mais viva e hostil. Há uma cobra em determinado momento, mas o filme pouco explora esse tipo de recurso.<br><br>O roteiro aposta na fórmula tradicional do thriller de perseguição: vítima vulnerável, predador mascarado (nesse caso sem mascara) e luta pela sobrevivência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa base funciona e sustenta o entretenimento, mas quando tenta entrar em temas como luto, trauma e estudo psicológico dos personagens, o longa fica superficial. Faltou explorar melhor a mente de Sasha e também o que move Ben além do perigo imediato. Com personagens mais aprofundados, o resultado poderia ser muito superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale a pena? <strong>Apex: O Jogo do Predador</strong> é um suspense competente, visualmente bonito e com boas sequências de tensão. Charlize Theron segura o protagonismo, você torce por ela o tempo todo mas quem realmente rouba a cena é <strong>Taron Egerton</strong>, entregando uma atuação intensa e fora do padrão em minha opinião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo limitado por um roteiro simples, o filme diverte e prende a atenção e é um filme muito gostoso de se assistir, vale muito a pena o play. <br><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title> Super Mario Galaxy: O Filme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Lunas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 17:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[illumination]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Super Mario]]></category>
		<category><![CDATA[Super Mario Galaxy: O Filme]]></category>
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					<description><![CDATA[Super Mario Galaxy: O Filme, continuação do sucesso de 2023, era uma aposta certa, com tudo pra dar certo. Com uma base sólida estabelecida e personagens carismáticos, o intuito agora seria expandir esse universo, com novas aventuras e mais personagens, e essa continuação faz isso, mas de forma preguiçosa e atabalhoada. Uma das coisas mais [&#8230;]]]></description>
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<iframe loading="lazy" title="Super Mario Galaxy: O Filme | Trailer Oficial" width="1280" height="720" src="https://www.youtube.com/embed/8uaQnl9Bbdw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Super Mario Galaxy: O Filme</strong>, continuação do <a href="https://universoreverso.com.br/super-mario-bros-o-filme/" data-type="link" data-id="https://universoreverso.com.br/super-mario-bros-o-filme/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sucesso de 2023</a>, era uma aposta certa, com tudo pra dar certo. Com uma base sólida estabelecida e personagens carismáticos, o intuito agora seria expandir esse universo, com novas aventuras e mais personagens, e essa continuação faz isso, mas de forma preguiçosa e atabalhoada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das coisas mais legais no primeiro filme, a interação e desenvolvimento dos personagens, aqui fica jogada. Todos os vínculos pré-estabelecidos não conseguem ser aprofundados, e existiam dinâmicas ótimas que poderiam ter sido exploradas do protagonista e seus coadjuvantes, fica tudo muito raso. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/The-Super-Mario-Galaxy-Movie-1024x576.webp" alt="" class="wp-image-40118" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/The-Super-Mario-Galaxy-Movie-1024x576.webp 1024w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/The-Super-Mario-Galaxy-Movie-300x169.webp 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/The-Super-Mario-Galaxy-Movie-768x432.webp 768w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/The-Super-Mario-Galaxy-Movie-1536x864.webp 1536w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/The-Super-Mario-Galaxy-Movie-1280x720.webp 1280w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/The-Super-Mario-Galaxy-Movie.webp 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Além disso, todos os novos personagens são introduzidos de forma mecânica, muito mais para cumprir alguma função do que ter algum carisma ou desenvolvimento, com uma pequena exceção ao Bowser Jr., que tem uma relação mimicamente bem estabelecida com seu pai, mas que no fundo está ali apenas com intuito de vingança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O roteiro tem várias conveniências, e acaba virando apenas cortes de pequenos seguimentos de ação que quando agrupados formam uma narrativa frágil e preguiçosa, e não adianta usar a cartada de que &#8220;é um filme para crianças&#8221;, pois o primeiro filme mostrou que é possível fazer algo coeso e caprichado, e não apenas um desfile de <em>easter eggs.</em></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/super-mario-galaxy-peach-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-40119" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/super-mario-galaxy-peach-1024x576.jpg 1024w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/super-mario-galaxy-peach-300x169.jpg 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/super-mario-galaxy-peach-768x432.jpg 768w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/super-mario-galaxy-peach-1536x864.jpg 1536w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/super-mario-galaxy-peach-1280x720.jpg 1280w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/04/super-mario-galaxy-peach.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Quanto a qualidade gráfica não há o que reclamar. Os designs de personagens são ótimos, a animação é fluída, brilhante e cheia de vida, mas apesar do conceito deles se aventurarem para vários mundo dentro dessa galáxia, nenhum cenário chega a chamar tanto a atenção assim, com exceção do cassino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dublagem do longa (que é oferecida como opção em pelo menos 95% das sessões de cinema) é boa, inclusive com comentários de que ela melhora muito o clima do filme, já que <strong>Raphael Rossatto</strong> consegue usar todos os maneirismos do encanador bigodudo, diferente de <strong>Chris Pratt</strong>, que aparenta ser muito limitado nesse quesito, não conseguindo desempenhar uma tarefa simples de ator de voz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Obviamente a criançada vai adorar as cores, a ação e algumas piadas bobas, mas no fundo este filme parece apenas um tapa buraco para aproveitar a onda do momento, como um pastel de vento, bonito de se olhar mas que falta recheio.</p>
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		<title>Peaky Blinders: O Homem Imortal</title>
		<link>https://universoreverso.com.br/peaky-blinders-o-homem-imortal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Lunas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 21:39:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cillian Murphy]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Peaky Blinders: O Homem Imortal]]></category>
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					<description><![CDATA[Peaky Blinders começou como uma série modesta exibida no canal britânico BBC Two em 2013. Graças a um protagonista marcante a sua popularidade não parou de crescer, tendo seus direitos internacionais de exibição adquiridos pela Netflix]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" title="Peaky Blinders: O Homem Imortal | Trailer oficial | Netflix" width="1280" height="720" src="https://www.youtube.com/embed/P_-r11fcDTc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Peaky Blinders</strong> começou como uma série modesta exibida no canal britânico <strong>BBC Two</strong> em 2013. Graças a um protagonista marcante a sua popularidade não parou de crescer, tendo seus direitos internacionais de exibição adquiridos pela <strong>Netflix</strong> logo antes da estreia da segunda temporada, se tornando também um dos grandes atrativos de seu catálogo de streaming.</p>
<p>O seriado criado por <strong>Steven Knight, </strong>é situado em Birmingham, na Inglaterra, seguindo as façanhas da gangue criminosa Peaky Blinders logo após a Primeira Guerra Mundial. A gangue fictícia é vagamente baseada em uma gangue urbana de jovens reais de mesmo nome que esteve ativa na cidade de 1890 a 1910.</p>
<p>Após a conclusão da sexta temporada em 2022,  muitos fãs ficaram órfãos, querendo ver mais uma vez o frio e calculista Thomas Shelby, imortalizado por <strong>Cillian Murphy,</strong> então a Netflix atendeu ao pedido com <strong>Peaky Blinders: O Homem Imortal</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-39761" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/03/peaky-blinder-filme-img1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p>A trama acompanha Thomas Shelby (Murphy) saindo de um exílio no início da Segunda Guerra Mundial em 1940, tendo que encarar traumas do passado, a fúria reprimida de seu filho Duke (<strong>Barry Keoghan</strong>) e o agente nazista John Beckett (<strong>Tim Roth</strong>).</p>
<p>Pode parecer óbvio, mas é preciso dizer que não faz sentido começar pelo filme, não que a trama seja muito intrincada com o enredo da série, qualquer um que for assistir conseguirá entender perfeitamente o que se passa em tela, mas a ligação emocional com os personagens, é completamente diferente, e saber da construção deles também afeta sua relação com o filme.</p>
<p>Devido a sua formatação e ritmo, o longa mais parece um episódio duplo da série do que um filme de fato. Na primeira metade temos uma preparação de peças num tabuleiro, saber o que aconteceu com os personagens durante esse meio tempo, introduzir ou reintroduzir outros personagens, estabelecer os conflitos e motivações para que Thomas saia de seu retiro auto imposto no interior e volte para as ruas sujas de Birmingham. Na segunda metade temos Thomas de volta a ação, no melhor estilo que todo se acostumaram a ver na série.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-39762" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/03/peaky-blinder-filme-img2-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /></p>
<p>Clillian Murphy é sem dúvida o grande destaque, como sempre foi, ele consegue transmitir suas perturbações, seus traumas, seus arrependimentos mesmo sem emitir uma única palavra. Quando ele finalmente entra novamente no pub <em>The Garrison,</em> e acende seu cigarro, sabemos que a cobra vai fumar.</p>
<p>Constantemente o enredo da série ia evoluindo, trazendo um escopo e ameaças maiores para a gangue e negócios dos Shelby, mas isso era construído a cada temporada ao longo de seis episódios de aproximadamente uma hora, aqui temos apenas duas horas para lidar com essa nova ameaça, que não acaba tendo tanto impacto como outras anteriores. A relação de Thomas com seu filho, que em teoria é o ponto central da trama, também carece de melhor desenvolvimento, fica tudo meio apressado, parece que Knight, também roteirista do filme, não soube adaptar a escrita e desenvolvimento para apenas um filme. A direção de <strong>Tom Harper, </strong>que já havia participado de alguns episódios também, não chega a comprometer, mas está longe de brilhar.</p>
<p>No fim das contas, o tão aguardado filme de Peaky Blinders cumpre seu propósito de forma um tanto burocrática, dando um fim digno mas sem tanto brilho para jornada de Thomas Shelby.</p>
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		<title>Iron Lung</title>
		<link>https://universoreverso.com.br/iron-lung/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Lunas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 03:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Iron Lung]]></category>
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					<description><![CDATA[Iron Lung é baseado no game indie homônimo, protagonizado, escrito e dirigido por Mark Fischbach, conhecido no Youtube como Markiplier]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" title="Iron Lung | Trailer Oficial" width="1280" height="720" src="https://www.youtube.com/embed/dtjpwNinEbU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O filme<strong> Iron Lung</strong> é baseado em um game indie homônimo, protagonizado, escrito e dirigido por <strong>Mark Fischbach, </strong>bastante conhecido no Youtube como <strong><a href="https://www.youtube.com/@markiplier" target="_blank" rel="noopener nofollow">Markiplier</a></strong>. A dedicação e paixão do youtuber pelo projeto fez a produção de baixo orçamento ser um sucesso de bilheteria, proporcionalmente falando.</p>
<p>A premissa do jogo e do filme é simples: um condenado, a bordo de um pequeno submarino, precisa explorar as profundezas de um mar de sangue enquanto algo espreita na escuridão.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39629" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/03/iron-lung-img1-1.webp" alt="" width="1024" height="554" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/03/iron-lung-img1-1.webp 1024w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/03/iron-lung-img1-1-300x162.webp 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/03/iron-lung-img1-1-768x416.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Independente de qualquer coisa, a iniciativa é bastante ousada, expandir o jogo a partir de uma premissa tão básica e bancar um filme inteiro, é um feito e tanto, muito embora a produção careça de um ritmo melhor desenvolvido. Ao longo de suas de duas horas, que são definitivamente sentidas, temos momentos que alternam entre o prisioneiro refletindo e delirando preso no submarino, falando com as pessoas que o mandaram na missão e apertando botões e mexendo lavancas para tentar desvendar os mistérios do mar de sangue.</p>
<p>Uma coisa é você jogar um jogo, no seu próprio ritmo, desvendando mistérios da trama, seguindo pistas em um único &#8220;cômodo&#8221;, apertando botões e desvendando o mapa. Outra coisa é apenas observar isso, todo o impacto de estar na pele do protagonista se perde.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-39630 aligncenter" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/03/iron-lung-img2-1.jpg" alt="" width="686" height="386" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/03/iron-lung-img2-1.jpg 686w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/03/iron-lung-img2-1-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 686px) 100vw, 686px" /></p>
<p>Por ser o primeiro trabalho sério de <strong>Markiplier </strong>como ator, é até surpreendente o quão comprometido e bem ele se sai, tendo que levar o filme todo nas costas e praticamente sozinho. Infelizmente ele na função de diretor e roteirista não se sai tão bem, seria o caso de se juntar com outros profissionais mais experientes, pra quem sabe poder driblar a falta de orçamento com mais criatIvidade.</p>
<p>Mesmo com todo o empenho dos envolvidos, Iron Lung não escapa de ter momentos enfadonhos, principalmente por quem não conhecia nada previamente sobre o jogo, e não se sente totalmente atraído e imerso na história e nas suas referências.</p>
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		<title>Você Só Precisa Matar</title>
		<link>https://universoreverso.com.br/voce-so-precisa-matar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Lunas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 02:35:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Você Só Precisa Matar]]></category>
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					<description><![CDATA[Você Só Precisa Matar, ou All You Need Is Kill no original, nasceu como uma light novel escrita por Hiroshi Sakurazaka e lançada em 2004 no Japão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" title="Você Só Precisa Matar | Trailer Oficial" width="1280" height="720" src="https://www.youtube.com/embed/k_wm7BA8qxk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><a href="https://universoreverso.com.br/voce-so-precisa-matar-animacao-ganha-trailer/" target="_blank" rel="noopener">Você Só Precisa Matar</a>,</strong> ou <i><span dir="auto">All You Need Is Kil</span></i><span dir="auto"><em>l</em> no original, </span>nasceu como uma light novel escrita por <strong>Hiroshi Sakurazaka </strong>e lançada em 2004 no Japão. Anos depois a obra foi adaptada em mangá e também ganhou uma adaptação hollywoodiana com o filme  <strong>No Limite do Amanhã </strong>(2014), estrelado por <strong>Tom Cruise </strong>e<strong> Emily Blunt </strong>com direção de <strong>Doug Liman</strong>.</p>
<p>O conceito de invasão alienígena com looping temporal garante o interesse contínuo na obra, embora nenhuma adaptação cinematográfica até agora tenha sido extremamente fiel a base original.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-39104" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/02/vc-so-precisa-matar-img1-1024x431.webp" alt="" width="1024" height="431" /></p>
<p>A trama é ambientada num futuro próximo, onde a humanidade enfrenta sua extinção. Uma gigantesca flor alienígena conhecida como “Darol” irrompe sobre o Japão, libertando criaturas monstruosas que devastam tudo em seu caminho. Em meio ao caos, Rita, uma jovem voluntária, é brutalmente morta em combate. Mas a morte não é o fim. Ao despertar, Rita se vê de volta ao início daquele mesmo dia fatídico, presa num ciclo temporal implacável. Repetidamente. Ela então conhece Keiji, outro soldado preso no mesmo paradoxo. Juntos, eles lutarão, aprenderão com cada erro e buscarão a única estratégia possível para quebrar o ciclo e salvar o futuro.</p>
<p>A animação produzida pelo <strong>STUDIO 4ºC </strong>(<em>Tekkonkinkreet</em>), com direção de <strong>Kenichiro Akimoto, </strong>tem um visual e design de personagens muito interessantes, se aproximando inclusive muito mais do que é costumeiro ver no mercado europeu, sobretudo o francês, do que o japonês.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-39105" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/02/vc-so-precisa-matar-img2-1024x576.webp" alt="" width="1024" height="576" /></p>
<p>Por mais que o visual seja bacana a animação em si não chega a encher os olhos, nenhuma cena de ação se destaca. Quanto ao roteiro, a narrativa se sustenta bem na primeira metade, com um bom ritmo de introdução do looping temporal, mas a segunda metade, que deveria ser o ápice, deixa bastante a desejar.</p>
<p>Outro grande problema é a falta de carisma dos personagens e da relação que eles criam entre si. Existe ali vislumbre de romance que poderia ser desenvolvido em meio a ação, mas isso não é aproveitado. Se pegarmos um exemplo recente que segue por essa mesma linha, como <strong>Chainsaw Man: O Filme</strong>, a diferença é gigantesca, tanto na qualidade da animação e no desenvolvimento dos personagens.</p>
<p>Interessante em seu conceito, mas um tanto enfadonho em sua execução, Você Só Precisa Matar fica no meio do caminho entre um bom filme de ação/ficção científica e uma tentativa frustrada de criar um drama reflexivo, que simplesmente não consegue ser bem desenvolvido em tela.</p>
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		<title>Sonhos de Trem</title>
		<link>https://universoreverso.com.br/sonhos-de-trem/</link>
					<comments>https://universoreverso.com.br/sonhos-de-trem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Lunas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 00:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Felicity Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Edgerton]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos de Trem]]></category>
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					<description><![CDATA[Sonhos de Trem é um lançamento da Netflix que reúne novamente o diretor Clint Bentley e roteirista Greg Kwedar, que trabalharam juntos no ótimo Sing Sing (2023)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" title="Train Dreams | Official Trailer | Netflix" width="1280" height="720" src="https://www.youtube.com/embed/_Nk8TrBHOrA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Sonhos de Trem </strong>é um lançamento da <strong>Netflix</strong> que reúne novamente o diretor <strong>Clint Bentley </strong>e o roteirista <strong>Greg Kwedar, </strong>que trabalharam juntos no ótimo <strong><a href="https://universoreverso.com.br/sing-sing/" target="_blank" rel="noopener">Sing Sing</a></strong> (2023), trazendo mais uma vez uma belíssima narrativa emocional.</p>
<p>Baseado no livro de mesmo nome escrito por <strong>Denis Johnson</strong>, o filme retrata a vida de Robert Grainier (<strong>Joel Edgerton</strong>), um lenhador e ferroviário que leva uma vida de inesperada profundidade e beleza em uma América em rápida transformação do início do século XX.</p>
<p>Grainier é um homem muito simples e introspectivo, sem nunca deixar de ser gentil, o que contrasta com sua ocupação que exige força bruta. Ele parece muitas vezes deslocado naquele meio, mas acaba suportando o ambiente pela abundância de trabalho em meio a expansões ferroviárias. Isso se torna cada vez mais difícil depois de seu casamento com Gladys (<strong>Felicity Jones</strong>) e nascimento da sua filha. Ele sente que está perdendo a melhor parte de sua vida quando precisa ficar longos períodos em florestas isoladas apenas com outros operários.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-38851" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/sonhos-de-trem-img1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/sonhos-de-trem-img1-1024x683.jpg 1024w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/sonhos-de-trem-img1-300x200.jpg 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/sonhos-de-trem-img1-768x512.jpg 768w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/sonhos-de-trem-img1.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>O longa é narrado por <strong>Will Patton, </strong>e muitas vezes parece que estamos assistindo um audiolivro, e isso por incrível que pareça não é um demérito. Sua voz calma nos guia pela introspecção do protagonista e pelos causos que ocorrem no seu trabalho. Isso até dá um ar meio episódico ao filme, pois cada vez que ele está com na floresta trabalhando, sempre conhece alguém diferente e escuta suas histórias e visões de mundo.</p>
<p>O que ajuda a dar um clima ainda mais contemplativo ao filme é a belíssima fotografia do brasileiro <strong>Adolpho Veloso</strong>, que com justiça recebeu sua indicação ao <a href="https://universoreverso.com.br/oscar-2026-confira-os-indicados-da-premiacao/" target="_blank" rel="noopener">Oscar 2026</a>. Ele usa de forma brilhante a luz natural, com pôr e nascer do sol muitas vezes recortando os personagens, sempre valorizando o ambiente bucólico. Várias cenas são iluminadas apenas por fogueiras ou velas, mas em nenhum momento o filme é escuro, um trabalho de primeiríssima qualidade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-38852" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/sonhos-de-trem-img2.jpg" alt="" width="912" height="513" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/sonhos-de-trem-img2.jpg 912w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/sonhos-de-trem-img2-300x169.jpg 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/sonhos-de-trem-img2-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 912px) 100vw, 912px" /></p>
<p>Joel Edgerton faz realmente um trabalho muito bom, tendo o foco pra si quase o tempo todo, e em determinado momento quando uma tragédia acaba acontecendo ele precisa lidar com o trauma e o luto, mas nunca de maneira melodramática. Assim como ocorreu em Sing Sing, os realizadores rejeitam esse caminho fácil e batido.</p>
<p>Com uma narrativa tocante, que se apoia na passagem de tempo e na noção do legado das pessoas comuns para o avanço do país, Sonhos de Trem é belo filme, em todos os sentidos.</p>
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		<title>Extermínio: O Templo dos Ossos</title>
		<link>https://universoreverso.com.br/exterminio-o-templo-dos-ossos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Lunas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 02:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Extermínio: O Templo dos Ossos]]></category>
		<category><![CDATA[Nia DaCosta]]></category>
		<category><![CDATA[Ralph Fiennes]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de retomar o universo de Extermínio com A Evolução em 2025, o plano do roteirista Alex Garland e do diretor e produtor Danny Boyle é fechar essa nova etapa da franquia como uma trilogia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" title="Extermínio: O Templo Dos Ossos | Novo Trailer" width="1280" height="720" src="https://www.youtube.com/embed/_xZ0TBa-vqo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Depois de retomar o universo de <strong>Extermínio</strong> com <a href="https://universoreverso.com.br/exterminio-a-evolucao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>A Evolução</strong></a> em 2025, o plano do roteirista <strong>Alex Garland</strong> e do diretor e produtor <strong>Danny Boyle</strong> é fechar essa nova etapa da franquia como uma trilogia. <strong>Extermínio: O Templo dos Ossos</strong> é a segunda parte desse plano, que chega pouco tempo depois, com o comando dessa vez de <strong>Nia DaCosta</strong> (<em>As Marvels, A Lenda de Candyman</em>).</p>
<p>Na continuação temos Dr. Kelson (<strong>Ralph Fiennes</strong>) encontrando uma nova e chocante relação – com consequências que poderiam mudar o mundo como eles o conhecem – e o encontro de Spike (<strong>Alfie Williams</strong>) e Jimmy Crystal (<strong>Jack O’Connell</strong>), que se torna um pesadelo do qual ele não consegue escapar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-38833" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Exterminio-O-Templo-dos-Ossos-img1.jpg" alt="" width="1920" height="1008" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Exterminio-O-Templo-dos-Ossos-img1.jpg 1920w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Exterminio-O-Templo-dos-Ossos-img1-300x158.jpg 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Exterminio-O-Templo-dos-Ossos-img1-1024x538.jpg 1024w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Exterminio-O-Templo-dos-Ossos-img1-768x403.jpg 768w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Exterminio-O-Templo-dos-Ossos-img1-1536x806.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>É interessante ver uma sequência que realmente continua de onde o anterior parou, não precisando inventar mil coisas mirabolantes ou aumentar a escala sem necessidade, apenas focando em determinados personagens. Se o longa não faz uma grande expansão progressiva, ele amplia o escopo lateralmente, preparando o terreno para um desfecho grandioso.</p>
<p>DaCosta pode não ter um estilo tão marcante ou arrojado quanto Boyle, mas ela também não tenta imitar seu antecessor, o que é um alívio já que a chance de virar um pastiche seria imensa. Com pulso firme e sem firulas a diretora consegue ir direto ao ponto focando na relação de Kelson com Sansão (<strong>Chi Lewis-Parry</strong>) e do estranho grupo liderado por Jimmy Crystal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-38835" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Exterminio-O-Templo-dos-Ossos-img2-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Exterminio-O-Templo-dos-Ossos-img2-1024x682.jpg 1024w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Exterminio-O-Templo-dos-Ossos-img2-300x200.jpg 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Exterminio-O-Templo-dos-Ossos-img2-768x512.jpg 768w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Exterminio-O-Templo-dos-Ossos-img2-1536x1024.jpg 1536w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Exterminio-O-Templo-dos-Ossos-img2.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Kelson é basicamente o protagonista desta continuação, dando espaço para Ralph Fiennes mostrar todo o seu talento, de maneiras até surpreendentes, principalmente em uma cena específica mais para o final do filme. O grupo dos Jimmys apesar do conceito e visual legais, acabam sendo apenas mais um exemplo de como o ser humano pode ser influenciável pela fé cega e más influências, e mostrando que num mundo cheio de infectados o maior perigo ainda pode ser o próprio ser humano.</p>
<p>Existe a questão do nascimento do bebê do primeiro filme, que sequer é mencionado aqui, assim como o pai de Spike, o que pode ser compreensível visto o foco total em outros personagens, mas não deixa de ser decepcionante. De qualquer forma isso ainda pode deixar o público excitado para o desfecho da trilogia, ainda mais com o desfecho de Templo dos Ossos, que sugere um fechamento não só da trilogia como da franquia como um todo, recuperando elementos inclusive do primeiro filme de 2002.</p>
<p>Por fim a sequência é um bom complemento ao filme anterior, e claramente uma preparação pro que vem a seguir, e diferente de muito que acontece recentemente, é executado bem o suficiente para nos fazer realmente querer ver o próximo filme.</p>
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		<title>Valor Sentimental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Lunas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 22:33:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Elle Fanning]]></category>
		<category><![CDATA[Joachim Trier]]></category>
		<category><![CDATA[Renate Reinsve]]></category>
		<category><![CDATA[Stellan Skarsgard]]></category>
		<category><![CDATA[Valor Sentimental]]></category>
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					<description><![CDATA[O cineasta Joachim Trier, nascido na Dinamarca mas criado na Noruega, tendo sua filmografia focada na cidade de Oslo, teve uma grande ascensão na carreira e exposição internacional com A Pior Pessoa do Mundo (2021), que recebeu 2 indicações ao Oscar 2022. Ele retorna agora com seu mais novo trabalho Valor Sentimental, mais fortalecido que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" title="Valor Sentimental | Trailer oficial" width="1280" height="720" src="https://www.youtube.com/embed/fdkc1sO7vVw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O cineasta <strong>Joachim</strong> <strong>Trier, </strong>nascido na Dinamarca mas criado na Noruega, tendo sua filmografia focada na cidade de Oslo, teve uma grande ascensão na carreira e exposição internacional com <span class="hero__primary-text" data-testid="hero__primary-text"><strong>A Pior Pessoa do Mundo</strong> (2021), que recebeu 2 indicações ao Oscar 2022. Ele retorna agora com seu mais novo trabalho <strong>Valor</strong> <strong>Sentimental</strong>, mais fortalecido que nunca, com <a href="https://universoreverso.com.br/oscar-2026-confira-os-indicados-da-premiacao/" target="_blank" rel="noopener">9 indicações ao Oscar 2026</a>.</span></p>
<p>O filme acompanha Nora (<strong>Renate Reinsve</strong>), uma bem-sucedida atriz de teatro que, junto com sua irmã Agnes (<strong>Inga Ibsdotter Lilleaas</strong>), se reúne com seu pai, Gustav Borg (<strong>Stellan Skarsgård</strong>) – um ex-renomado diretor de cinema que está planejando um grande retorno com um roteiro baseado em sua própria família. Quando Gustav oferece a Nora o papel principal, que ela prontamente recusa, ele volta sua atenção para Rachel Kemp (<strong>Elle Fanning</strong>), uma jovem estrela de Hollywood.</p>
<p>Acima de tudo Valor Sentimental é sobre conexões e reconexões, tanto de Gustav com Nora, quanto de Nora com Agnes e de Gustav com Rachel. Não há certo ou errado, existem escolhas que foram e serão feitas e como isso molda e influência a vida das pessoas de forma muito significativas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-38825" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/valor-sentimental-img1-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/valor-sentimental-img1-1024x576.jpg 1024w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/valor-sentimental-img1-300x169.jpg 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/valor-sentimental-img1-768x432.jpg 768w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/valor-sentimental-img1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Gustav foi um pai ausente e seu novo projeto pode ser a ponte de reconexão com Nora, mas como ela pontua ao recusar a proposta, ele nunca deu muita atenção para sua carreira de atriz. O roteiro é baseado nela, então ela seria a peça chave para dar vida ao papel, ao recusar talvez seja a maneira dela de se &#8220;vingar&#8221; por anos de negligência. O que ela não contava seria que ele daria continuidade ao projeto com Rachel Kemp, fazendo projeto inclusive ter muito mais visibilidade, já que Kemp é uma estrela em ascensão em Hollywood.</p>
<p>O misto de sentimentos conflitantes em Nora é quase tangível, ela teoricamente não se importa, mas também sente inveja e ressentimento, e não necessariamente pelo filme de seu pai, mas pela própria relação perdida que teve com ele, que agora supostamente é preenchida por Rachel, que é um doce de pessoa e não tem culpa de nada. Ela também tem medo de não conseguir atender as expectativas dele como diretor, existe uma insegurança enorme, muito bem demonstrada logo no inicio do filme com uma de suas apresentações teatrais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-38826" src="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/valor-sentimental-img2-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/valor-sentimental-img2-1024x576.jpg 1024w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/valor-sentimental-img2-300x169.jpg 300w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/valor-sentimental-img2-768x432.jpg 768w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/valor-sentimental-img2-1536x864.jpg 1536w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/valor-sentimental-img2-2048x1152.jpg 2048w, https://universoreverso.com.br/wp-content/uploads/2026/01/valor-sentimental-img2-1280x720.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Por outro lado vemos que Agnes não sente o mesmo rancor por seu pai, diferente de Nora ela tem marido e filho e quando era criança atuou em um dos filme de seu pai. Entretanto ela abandonou a carreira de atriz e virou pesquisadora, talvez justamente a experiência de ter trabalhado com o pai a tenha afastado, e ela perceba que como seu pai justifica, ele ter ido embora foi a melhor opção, já que não seria uma boa influência.</p>
<p>As as atuações são maravilhosas, todas são carregadas de sentimento e simplicidade ímpares, existe tanto valor, ou até mais, naquilo que não é dito e reprimido do que aquilo é exposto. Por baixo de uma aparente simplicidade existem relações muito complexas e bem trabalhadas.</p>
<p>Valor Sentimental mostra assim como <a href="https://universoreverso.com.br/hamnet-a-vida-antes-de-hamlet/" target="_blank" rel="noopener">Hamnet</a>, que um artista muitas vezes não consegue se expressar seus sentimentos diretamente, por isso precisa de sua arte, talvez essa seja a única forma de colocar pra fora algo íntimo ou o quanto aprecia alguém, mais do que um talento, é uma forma de comunicação, e uma das mais fortes e significativas.</p>
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